Lei que instituiu o programa de prevenção à Dengue, Zika e Chikungunya será rediscutida.
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  • Lei que instituiu o programa de prevenção à Dengue, Zika e Chikungunya será rediscutida.
  • Na última segunda-feira (16), no auditório do centro municipal de saúde de Iporã do Oeste, foi realizada a sala de situação de combate à Dengue, Zika e Chikungunya com o objetivo de avaliar e programar ações contra o aumento de focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças. Além dos funcionários municipais da saúde, participaram também corpo de bombeiros, polícias militar e civil, grupo de escoteiros Tupã, diretores de escolas e a diretoria de vigilância epidemiológica de Santa Catarina.

    Iporã do Oeste registra até o momento 67 focos do mosquito, alcançando 5,2 no Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa), o que representa alto risco. Segundo a coordenadora da vigilância epidemiológica de Iporã do Oeste, Mariane Thessing, os problemas mais recorrentes são encontrados em: lonas, plásticos, baldes, cisternas, pratos de vasos de flores, bebedouros de água de animais, pneus e bromélias. “É muito importante a população receber os agentes de combate a endemias em suas residências e seguir as orientações” disse Mariane. Para Margot Staats Pires, servidora da diretoria de vigilância epidemiológica, “Iporã do Oeste tem que partir para ação”. A sala de situação criou comissões e definiu a participação de entidades e instituições em um plano de ações em cemitérios, prédios públicos, terrenos baldios, borracharias e ferros-velhos

     

    Ainda na segunda-feira, as agentes de combate a endemias Mariane Thessing e Neiva Specht, estiveram reunidas com os vereadores de Iporã do Oeste para informa-los da real situação que o município se encontra. A lei nº1774/2017 que instituiu o programa de prevenção à Dengue, Zika e Chikungunya será rediscutida pelos parlamentares, que poderão indicar possíveis alterações nos próximos dias.